domingo, 23 de maio de 2010

ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO!

ABRAÇO

A ABRAÇO é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, é uma organização não governamental sem fins lucrativos de prestação de serviços na área da SIDA.


Foi constituída por escritura pública em Junho de 1992, formalizando e dando continuidade ao trabalho de um pequeno número de voluntários que, desde Dezembro de 1991, prestava apoio psicológico, social e material a seropositivos internados na Unidade de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Egas Moniz, e tentava melhorar as condições hospitalares.

Os objectivos da Associação são:

• Apoio a pessoas afectadas pelo VIH/SIDA;

• Apoio, treino e formação de trabalhadores e técnicos de saúde envolvidos com o VIH;

• Prevenção da infecção, dirigida à população em geral e, especialmente, aos jovens, utilizadores de droga, trabalhadores do sexo, mulheres, gays, trangenders e reclusos;

• Luta contra a discriminação e defesa dos direitos das pessoas infectadas.

A Associação dispõe de uma estrutura de cerca de vinte assalariados sendo portanto a sua actividade desenvolvida essencialmente através de voluntários. A sua acção tem âmbito nacional, dispondo de três centros de trabalho na área da grande Lisboa, um no Porto, aberto em Dezembro de 1994, um no Funchal, aberto em Dezembro de 1995 e um em Setúbal, aberto em Dezembro de 2001.

A Associação está organizada por núcleos e delegações regionais, cada um deles reportando a um dos três membros da Comissão Executiva. Actualmente a Associação conta com cerca de 460 sócios e 650 voluntários; destes, 70 trabalham connosco numa base regular e permanente.

Alguns exemplos de Campanhas:



http://www.youtube.com/user/associacaoabraco




A Luta contra a DISCRIMINAÇÃO

Cada um tem o direito de não querer que os amigos, vizinhos ou os colegas de trabalho saibam que é portador de VIH ou tem SIDA. Todos sabemos que, algumas vezes, o conhecimento de que alguém está infectado afasta as pessoas, facto que se deve à ignorância e a medos errados sobre a doença.

- Se a pessoa com quem esta e que não quer divulgar a sua condição de saúde a outros, deve respeitar essa vontade.

- A decisão sobre quem deve saber pertence só à pessoa infectada e a sua qualidade de vida pode depender desta decisão.

- As informações que se dão ao médico assistente ou às pessoas que cuidam destes são importantes para que possam tratar da pessoa doente, mas, são consideradas

confidenciais.

- Se a pessoa infectada se sente discriminada, pode contactar os organismos oficiais.


Ana Sá
Ana Sampaio
Alexandra
Diana Oliveira
Diana Dias
Simão

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