terça-feira, 25 de maio de 2010

Impactos ambientais

Impactos Ambientais


Com o passar do tempo o homem descobriu o fogo, mas o impacto gerado por este era irrelevante para a natureza, depois passaram a cultivar alimentos e criar animais, com isso o impacto ambiental começou a aumentar gradativamente. Pois para plantar e para o gado pastar era necessário derrubar árvores de determinados lugares, além do mais, a madeira derrubada servia para construir abrigos mais confortáveis e obtenção de lenha. A partir desse momento, começou a se tornar mais visível os impactos ambientais causados pelo homem como, por exemplo, a alteração em certas cadeias alimentares.




IMPACTO AMBIENTAL é a alteração no meio ou em algum de seus componentes por determinada acção ou actividade. Estas alterações precisam ser quantificadas pois apresentam variações relativas, podendo ser positivas ou negativas, grandes ou pequenas.

O objectivo de se estudar os impactos ambientais é, principalmente, o de avaliar as consequências de algumas acções, para que possa haver a prevenção da qualidade de determinado ambiente que poderá sofrer a execução de certos projectos ou acções, ou logo após a implementação dos mesmos.

O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado pelo choque da relação do homem com o meio ambiente, surgiu a partir da evolução humana, ou seja, no momento em que o homem começou a evoluir no modo de vida. Nos primórdios da humanidade o homem mantinha uma relação de submissão com o meio ambiente.







Alguns impactos ambientais:

• Diminuição da biodiversidade


• Erosão;

Erosão é a destruição do solo e das rochas e seu transporte em geral feito pela água da chuva, pelo vento ou, ainda, pela acção do gelo, quando este actua expandindo o material no qual se infiltra a água congelada. A erosão destrói as estruturas (areias, argilas, óxidos e húmus) que compõem o solo. Estas são transportados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d'água.



• Inversão térmica;

Inversão térmica é uma camada atmosférica de espessura da ordem de uma centena de metros que ocorre no topo da camada limite planetária (CLP), a uma altitude da ordem de 1 km sobre áreas continentais, e onde o gradiente térmico (gradiente vertical da temperatura do ar) decresce com a altura, numa razão inferior a 10 graus por km (gradiente adiabático).





• Ilha de calor;



• Efeito Estufa;




Efeito de estufa é um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida.



Uma representação esquemática
das trocas de energia entre o espaço
sideral, a atmosfera e a superfície
da Terra. A capacidade da atmosfera
terrestre para captar e reciclar
energia emitida pela superfície
do planeta é a característica do
efeito de estufa

• Destruição da camada de ozono;



O ozono é um gás azul pálido muito venenoso para a vida humana, mesmo em pequenas concentrações. É produzido pelas descargas eléctricas - na natureza é-o através dos relâmpagos, e artificialmente fabrica-se graças a equipamentos eléctricos de elevadas voltagens. Tem um odor pungente característico. Pode surgir igualmente ao nível do solo em consequência de reacções químicas envolvendo a luz do Sol a actuar sobre a poluição.Há evidências científicas de que substâncias fabricadas pelo homem estão a destruir a camada do ozono, sempre que reagem com ele. Essas substâncias também contribuem para o aquecimento do planeta (o aquecimento decresce com a altitude, quanto mais afastado da superfície quente da terra mais frio é o ar), efeito estufa.









• As chuvas Ácidas;



Provenientes da permanência dos poluentes na atmosfera em grande quantidade, vão reagir com a humidade, originando precipitações ácidas, que são ricas em ácidos sulfúrico e nítrico diluídos. Embora toda a chuva seja ligeiramente ácida, os índices de acidez elevados tornam-se destrutivos, corrosivos, podendo ser, estes poluentes ácidos, transportados pelo vento por mais de 1000 km.



• Mudanças climáticas, etc.



O que fazer para diminuir os impactos ambientais:



• Reflorestar as áreas desmatadas;

• Criar um processo de despoluição dos nossos rios, ribeiras, etc.

• A aplicação do desenvolvimento sustentável;

• Uso consciente dos recursos naturais;

• Evitar qualquer tipo de poluição.

• Conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental;

• Fazer cumprir a lei que garantam essa preservação, etc.




Por tudo e por todos, é o mínimo dos mínimos que podemos fazer com relação ao meio-ambiente e para o futuro de nossas gerações. A ordem que devemos seguir é AGIR, e NÃO APENAS PENSAR A RESPEITO.

EFA (É Fácil Aprender)


Vinte e quatro adultos do curso EFA – Escolar 3, da Escola Secundária D. Sancho I, de Vila Nova de Famalicão, concluíram, este mês, o 12º ano de escolaridade.



Os cursos de Educação e Formação de Adultos (cursos EFA) são um instrumento fundamental na estratégia nacional de qualificação da população adulta Portuguesa, de forma a colmatar os défices de qualificação sentidos nesta facha etária e com o intuito de promover o desenvolvimento económico do país. Assim, os cursos EFA destinam-se a adultos com idade igual ou superior a 18 anos e que não possuam qualificação que lhes permita integrar ou progredir no mercado de trabalho.

Este grupo activo, dinâmico e empreendedor, decidiu dar um novo rumo às suas vidas e, portanto, ingressou no referido curso EFA de maneira a prosseguir estudos ou a melhorar a sua situação profissional. Todos apostaram neste novo projecto que se verificará o trilhar de um caminho em direcção a um “porto seguro”, afirmam.




EFA Escolar 3

Escola Secundária D. Sancho I

Vila Nova de Famalicão

domingo, 23 de maio de 2010

POEMA CONTRA O RACISMO

“Lágrima de preta”


Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.


Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.


Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.


Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:


Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.”


António Gedeão


O QUE PRETENDE TRANSMITIR O POEMA?

O poema “Lágrima de preta” de António Gedeão transmite-nos uma mensagem profunda e uma lição cheia de humanismo. Em primeiro lugar, deveremos referir que António Gedeão é um poeta, mas também um professor de Ciências Físico-químicas.

Assim sendo, ao poema “Lágrima de preta” pode ser feita uma análise poética e uma análise científica. Neste sentido, o sujeito poético vai analisar uma lágrima de preta e provar que ela é igual a qualquer outra lágrima. Esta é a ideia central do poema, onde vemos a vertente anti-racista do mesmo, que poderá ser exposto em qualquer propaganda contra o racismo realizada nos dias de hoje.

O sujeito poético recorre a uma fina ironia, é de notar a escolha intencional do nome “preta”, com uma carga usualmente negativa, para analisar cientificamente. O poeta é peremptório pois indica que na lágrima não encontrou vestígios de negro, nem quaisquer sinais de ódio, querendo sugerir a atitude pacífica, de compreensão e de tolerância de que é portadora esta “…preta que estava a chorar”.

O poeta suscita nos leitores uma reflexão sobre o essencial e o acessório, sobre o interior e o exterior, sobre a essência e a aparência, sobre o modo como convivemos com o outro e como aceitamos a diferença.

António Gedeão pretende, fundamentalmente, denunciar preconceitos, pré-juízos que comandam uma certa ideologia de que há raças, povos ou gentes que são superiores a outros e que tem servido de justificação ao longo da História, para atitudes e comportamentos de marginalização, de exploração, de exclusão, de intolerância (racismo, xenofobia) perante quem é diferente, seja na cor, na raça, ou no credo.

A beleza deste poema está na simplicidade da sua construção, com versos curtos e simples, composto por seis quadras dotadas de musicalidade e vocábulos técnicos em perfeita sintonia com os mais correntes ou de sentido mais subjectivo. Os pequenos versos escritos em linguagem científica enriquecem o poema, na medida em que relacionam uma simples gota de água com sal dissolvido com todo um processo de experimentação complexo que envolve várias substâncias químicas.

João Rodrigues


A conclusão a que eu cheguei, é que sejam de quem forem as lágrimas, são todas iguais. Todas têm o mesmo conteúdo e são produzidas pelas mesmas razões. Não são diferentes, só pela pessoa ser de cor diferente ou de outra etnia.

Diana Gomes

 

ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO

CICDR






O QUE É ?































ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO

APD

A APD designa-se como organização de pessoas com deficiências, constituída e dirigida por pessoas com deficiência


Enquanto organização de direitos humanos, tem por objecto a promoção e defesa dos interesses gerais, individuais e colectivos das pessoas com deficiência em Portugal. Baseada no princípio de que as pessoas com deficiência são os peritos em matéria de deficiência, que conhecem melhor que ninguém, os problemas que enfrentam e as soluções para os ultrapassar, a APD não limita a sua acção à denúncia das situações de discriminação de que são objecto estes cidadãos. Analisa, dá pareceres, apresenta soluções, de forma a influenciar as medidas e políticas em matéria de deficiência.

Por outro lado, e ciente de que a igualdade de oportunidades e a plena participação das pessoas com deficiência não se consegue exclusivamente no plano normativo, exige também a sensibilização e o envolvimento da sociedade portuguesa no seu todo, a APD procura, através da diversificação e consolidação de contactos institucionais e comunicacionais, que as questões relativas à deficiência sejam inscritas no plano mais vasto dos conhecimentos e dos direitos dos cidadãos.

A divulgação através da internet, televisão e jornais (papel), tanto como os demais eventos organizados pela associação (Alguns exemplos promovidos no site: Conferencia “ relação de deficiência e pobreza”, “ultrapassar barreiras de género e deficiências”, activismo através das jornadas da esclerose etc. …), entrega de prémios às melhores reportagens sobre a pessoa com deficiência (premio Dignitas).
A APD pretende agregar todas as pessoas com deficiência, independentemente das deficiências, causas e origens.


Tem implantação nacional, através das suas 20 estruturas regionais e é membro fundador da DPI - Disabled Peoples' International, da CNOD (Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes) e da FDLP (Federação das Associações de Deficientes de Língua Portuguesa). A APD está ainda filiada na Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e na ANDDEMOT (Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores).

Através dos seus estatutos, a associação define as suas formas de actuações e a demais ajuda que possa conceder ao redigir os artigos.

Artigo1º

A Associação Portuguesa de Deficientes (A.P.D.), constituída em 1972, passa a reger-se pelos presentes estatutos e, subsidiariamente, pela lei portuguesa.

Artigo 2º

1 - A Associação é dotada de personalidade jurídica e tem a nacionalidade portuguesa.
2 - A Associação poderá adoptar um símbolo e uma bandeira cujas características constarão de regulamento interno.
Artigo3º

1 - A Associação prossegue a sua actividade em todo o território nacional, através de órgãos centrais, delegações distritais e delegações locais implantadas nas sedes dos concelhos e freguesias e tem sede no Largo do Rato, em Lisboa.

2 - As localidades de funcionamento das sedes dos órgãos distritais e locais serão determinadas pelas assembleias distritais respectivas.

Artigo 4º

1 - A Associação tem por objecto a representação e a defesa dos interesses gerais, individuais e colectivos e, também, enquanto consumidores, dos deficientes portugueses, competindo-lhe, nomeadamente, para tal:

a) Promover a criação de uma ampla solidariedade entre todos os deficientes, fazer despertar e alicerçar nestes, a consciência dos direitos que lhes assistem e organizadamente travar a luta pela sua plena integração e participação social;

b) Pugnar por um planeamento nacional integrado da habilitação e reabilitação dos deficientes e pelas acções concretas em que se traduza;

c) Negociar e partilhar na elaboração da legislação, e em tudo que respeita à problemática do deficiente, com organismos da Administração Central, Regional e Local e com outras organizações;

d) Promover e patrocinar iniciativas e actividades de natureza educativa, profissional, social, cultural, desportiva e outras,

e) Sensibilizar, esclarecer e mobilizar a opinião pública para a amplitude e imperatividade da resolução dos problemas dos deficientes, nas suas múltiplas incidências, presentes e futuras;

f) Prestar aos sócios serviço especial, consulta jurídica e outras;

g) Criar e montar laços cooperativos com associações portuguesas ou congéneres estrangeiras e filiar-se em organizações internacionais que prossigam fins de reabilitação;

h) Utilizar os demais meios que possuam, idoneamente, servir os seus fins.

2 - Os deficientes que se inscrevam no âmbito de representação da Associação são os físicos-sensoriais, motores e orgânicos e os mentais.

3 - O alargamento da capacidade representativa aos deficientes de comportamento e às instituições que têm a sua defesa por objecto dependerá de deliberação da Assembleia Geral.
4 - Os órgãos da Associação quer Nacionais, quer Distritais ou Locais, devem ser compostos por uma maioria de deficientes, sendo o Presidente sempre um deficiente.
Artigo 5º
A A.P.D. como afirmação concreta dos princípios enunciados no artigo quarto é filiada na união Coordenadora Nacional dos Organismos de Deficientes (UCNOD).
Em suma, esta associação inserida na nossa sociedade, tem uma óptima contribuição, alem de ser um dos imperativos para consultas legislativas dos direitos e deveres dos deficientes, a associação assume-se como estrutura reguladora de preconceitos e discriminações sociais. Ao integrar na sua forma de acção prática convívio, informação e formação, responsabiliza e ensina, aos demais cidadãos sobre a tolerância dos outros, nas suas diferenças (deficiências).

Filipe
Luís
Vitor
Ricardo Fernandes
André
Tiago

ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO

APAV

APAV tem como significado Associação Portuguesa de Apoio à Vítima e é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS). Esta associação é uma organização sem fins lucrativos fundada em 1990 por um grupo de 27 membros fundadores.


APAV tem como objectivo e actividade promover e prestar informação, protecção e apoio às vítimas de crime. Os serviços prestados são gratuitos e confidenciais.

A APAV presta três tipos de apoio: jurídico, psicológico e social.

O Apoio Jurídico consiste em informar e aconselhar o utente em termos jurídicos.

O Apoio Psicológico consiste em prestar apoio psicológico regular ao utente vítima de crime e/ou seus familiares que sofram directamente os efeitos do crime.

O Apoio Social consiste em clarificar com o utente a natureza da situação -problema.

Esta associação também apoia as vitimas a suportarem os preconceitos da nossa sociedade. Pois estes indivíduos, quando são vítimas de qualquer tipo de violência, acabam sempre por ser discriminados.

A nossa sociedade pensa que como estes sofreram um trauma ficaram psicologicamente afectados, logo não podem ter os mesmos direitos que as pessoas que não tenham sofrido deste trauma.

A APAV, todos os anos relembra à nossa sociedade que as pessoas vítimas de violência têm os mesmos direitos.

Esta associação, lança campanhas para as pessoas vítimas de violência não terem medo e receio de denunciar a pessoa ou pessoas que de certa forma a maltrataram.

Alguns exemplos de campanhas e folhetos:







http://www.youtube.com/watch?v=ByoNDMREwXo&feature=player_embedded


http://www.youtube.com/watch?v=oQOFDJFwHmo&feature=player_embedded

Ana Costa
Ana Sousa
Elisabete
Joana
André Cruz
Mário

ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO

SOL

A SOL foi fundada em 1992






A SOL, representa, solidariedade, luz, esperança, promoção da igualdade de tratamento e apoio na luta contra a discriminação e na promoção da cidadania e dos direitos do Homem e da Criança.

O âmbito de intervenção da Associação SOL assenta nos seguintes parâmetros sendo gratuitos todos os serviços prestados pela Associação SOL

1. Elaboração e desenvolvimento de projectos de vida para as crianças infectadas e afectadas pelo vírus da sida e órfãos da sida.



2. Acompanhamento psicossocial visando a integração escolar e social.



3. Acompanhamento e encaminhamento hospitalar



4. Acompanhamento e encaminhamento escolar das crianças visando a sua integração escolar e social.



5. Integração profissional de Mães e Pais infectados pelo vírus da Sida na Associação SOL.



6. Encaminhamento profissional de Mães e Pais infectados para outros locais.



7. Realização de acções de sensibilização/ informação em escolas, universidades, paróquias, etc. Estas acções de formação não são somente ministradas a alunos, mas também a professores, pessoal auxiliar e na própria comunidade, etc.



8. Realização de campanhas com vista a informar a população sobre a problemática da sida.



9. Recrutamento e formação de voluntários visando a participação activa da sociedade civil na luta contra a Sida.



10. Organização e participação em eventos com o objectivo de divulgar o trabalho da Associação e angariar fundos.



11. Acompanhamento às grávidas

Exemplos de Campanhas:
http://www.youtube.com/watch?v=FlrCbKUP8AA


A Luta contra a Discriminação…

As crianças frequentemente enfrentam discriminação e são rotuladas como “órfãs da AIDS/SIDA”. Quando as pessoas sabem que as crianças são portadores do HIV/VIH, estas podem perder os companheiros de brincadeiras e a hipótese de frequentar a escola.

Às vezes, as pessoas recusam-se a dar alimento às crianças portadoras do HIV/VIH, porque, na sua forma de pensar, elas vão morrer de qualquer maneira.

As pessoas que querem adoptar geralmente querem crianças de 0 a 2 anos, brancas e do sexo feminino, e raramente pensam sequer em adoptar crianças com esta doença a qual não têm, culpa.

As crianças com HIV são como as outras. Brincam, choram, fazem birra. Apenas necessitam de alguns cuidados específicos.

Ana Sá
Ana Sampaio
Alexandra
Diana Oliveira
Diana Dias
Simão

ASSOCIAÇÕES QUE LUTAM PELA IGUALDADE E CONTRA O PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO!

ABRAÇO

A ABRAÇO é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, é uma organização não governamental sem fins lucrativos de prestação de serviços na área da SIDA.


Foi constituída por escritura pública em Junho de 1992, formalizando e dando continuidade ao trabalho de um pequeno número de voluntários que, desde Dezembro de 1991, prestava apoio psicológico, social e material a seropositivos internados na Unidade de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Egas Moniz, e tentava melhorar as condições hospitalares.

Os objectivos da Associação são:

• Apoio a pessoas afectadas pelo VIH/SIDA;

• Apoio, treino e formação de trabalhadores e técnicos de saúde envolvidos com o VIH;

• Prevenção da infecção, dirigida à população em geral e, especialmente, aos jovens, utilizadores de droga, trabalhadores do sexo, mulheres, gays, trangenders e reclusos;

• Luta contra a discriminação e defesa dos direitos das pessoas infectadas.

A Associação dispõe de uma estrutura de cerca de vinte assalariados sendo portanto a sua actividade desenvolvida essencialmente através de voluntários. A sua acção tem âmbito nacional, dispondo de três centros de trabalho na área da grande Lisboa, um no Porto, aberto em Dezembro de 1994, um no Funchal, aberto em Dezembro de 1995 e um em Setúbal, aberto em Dezembro de 2001.

A Associação está organizada por núcleos e delegações regionais, cada um deles reportando a um dos três membros da Comissão Executiva. Actualmente a Associação conta com cerca de 460 sócios e 650 voluntários; destes, 70 trabalham connosco numa base regular e permanente.

Alguns exemplos de Campanhas:



http://www.youtube.com/user/associacaoabraco




A Luta contra a DISCRIMINAÇÃO

Cada um tem o direito de não querer que os amigos, vizinhos ou os colegas de trabalho saibam que é portador de VIH ou tem SIDA. Todos sabemos que, algumas vezes, o conhecimento de que alguém está infectado afasta as pessoas, facto que se deve à ignorância e a medos errados sobre a doença.

- Se a pessoa com quem esta e que não quer divulgar a sua condição de saúde a outros, deve respeitar essa vontade.

- A decisão sobre quem deve saber pertence só à pessoa infectada e a sua qualidade de vida pode depender desta decisão.

- As informações que se dão ao médico assistente ou às pessoas que cuidam destes são importantes para que possam tratar da pessoa doente, mas, são consideradas

confidenciais.

- Se a pessoa infectada se sente discriminada, pode contactar os organismos oficiais.


Ana Sá
Ana Sampaio
Alexandra
Diana Oliveira
Diana Dias
Simão

terça-feira, 27 de abril de 2010

SOMOS IGUAIS NA DIFERENÇA !!!!

"Infelizmente, o racismo
 faz parte de muitos nós,
 seja branco, amarelo ou preto
 sofre com esta realidade atroz!

Outro grande problema
é a discriminação
Mulheres, estrangeiros, crianças
Vivem esta maldição.

Da mesma forma,
existe muito preconceito
nesta sociedade ridicula
onde o gozo se tornou um "direito"!"

Vítor Costa

Poema contra o Racismo e Discriminação


"Porque sou discriminado?
 Eu só quero ser amado.
 Sou igual a qualquer um,
 Gosto de rir,
 Gosto de cantar,
 Gosto de dormir,
 Gosto de falar,
 Enfim...
 Mas é tão difícil viver
 Constantemente a sofrer.
 Só tenho cor diferente,
 Por dentro, o meu sangue é como o teu, quente.
 Quero existir num mundo onde não tenha de olhar para trás
 onde o respeito seja um valor sagrado e profundo,
 onde a maldade do Homem seja ineficaz.
 Eu quero amar e ser retribuído..e que o preconceito não seja mais que um ligeiro ruído!"


Juliana Castro

A tua cor é diferente da minha. E depois?

O Mundo tem muitas cores, cores essas que marcam a diferença!

 


Elisabete Silva
Ana Costa
Ana Sousa

sábado, 24 de abril de 2010

A TURMA !!

A nossa turma é acima de tudo unida!
Juntos aprendemos coisas novas, sorrimos, sonhamos, saboreamos as aulas e fizemos amizades para a vida.
Todos temos um sonho em comum "terminar o 12º", e aproveitar ao máximo estes meses na escola!